terça-feira, 4 de junho de 2013

Morbid Love Story #1


Hey there!

Estive a ver um documentário sobre lendas do rock que entraram em decadência e adorei!

Deu-me logo vontade de pesquisar sobre a história do Sid Vicious (tocava baixo na banda Sex Pistols) e Nancy Spungen(prostituta). Acho que já tinha ouvido falar nesta história, mas o documentário explicou tudo de uma forma tão dramática que o meu interesse mórbido por escândalos com suicídios, homicídios, overdoses e decadência ,em geral, falou mais alto.


O casal Sid e Nancy é dos casais mais mediáticos de sempre, até pelo final trágico que tiveram. 
Na altura da formação dos Sex Pistols, a Nancy foi viver para o mesmo apartamento que Sid, partilhado também com outras pessoas e foi assim que começou a relação deles. 
E foi uma daquelas relações completamente temperamentais! Ela é que lhe apresentou o alucinante mundo da heroína e a partir daí, estiveram sempre juntos, numa relação em que estavam sempre a discutir, a acabar e recomeçar, ás vezes á tareia ou completamente drogados, e por isso nunca foi um relacionamento estável.


Após a banda ter terminado, Sid tentou continuar no mundo da música a solo. No dia 12 de Outubro de 1978, a Nancy foi encontrada morta, na casa de banho do quarto do hotel onde estava com Sid (The Chelsea Hotel), esfaqueada na zona da barriga. 
Inicialmente e apesar de acusado, Sid continuava a dizer que não se lembrava de nada, mas mais tarde declarou que a esfaqueou a meio de mais uma das discussões do casal. 

“I stabbed her, but I didn’t mean to kill her. I loved her, but she treated me like shit.”


Mais tarde, e após algumas tentativas de suicídio  Sid morreu devido a uma overdose. Após ser cremado, a mãe dele encontrou no seu casaco um bilhete de suicídio: 


Apesar da família da Nancy não ter deixado, a mãe de Sid espalhou as cinzas do filho por cima da campa de Nancy, para realizar o desejo de Sid.



Eu nem sei bem o que pensar da história! 
No inicio, achei que era um casal de drogados a passarem-se.
Mas agora está-me a parecer mais profundo que isto. Já tinha visto em policiais toda aquela história de "matei porque amei", mas sempre achei que fosse só para encher episódios, que isto seria impossível na vida real.
Ele não a matou por a odiar, pelo contrário, quis ser enterrado ao pé dela e quis cumprir o pacto de morte (que coisa mais estranha, a serio! Um pacto de morte?). 
Parece uma versão de Romeu e Julieta, só que drogados e alucinados, e em vez de dois suicídios, foi um suicídio e um "homicídio por amor".
Isto é completamente mórbido!



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