terça-feira, 23 de julho de 2013

Pregos

Aposto que acham que vou falar dos pregos-bifana-no-pão. Sim porque pela minha descrição já é bastante óbvio que comida é cá comigo. Mas desta vez estão enganados. Apesar do meu lado fútil e da minha total ignorância no que toca a ferramentas, desta vez os pregos em questão são aqueles de metal que servem para pregar quadros ás paredes, entre outras coisas.
Isto porque hoje fui ao AKI com o meu pai e parecia que tinha ido para Marte. Dizer que me senti deslocada é pouco. Até porque aquilo estava cheio de pessoas e ao passar por elas, ouvia-se conversas verdadeiramente interessantes sobre madeiras, latas de bondex, parafusos, etc, coisas que a mim não me assistem.

E chegou o derradeiro momento de escolher pregos. Mas tipo, só havia uma parede repleta deles, nada demais. Absolutamente cheia de pregos, mas não era nada de especial, ora essa. Acho que nunca tinha visto tantos pregos juntos na minha vida e no meio daquilo tudo, ficámos 45 minutos em frente ao gigantesco painel e no final não levámos nenhum.
O Shakespeare estava enganado: a verdadeira questão problemática é Pregar ou não pregar, eis a questão!, sim, porque dizem que as mulheres e as lojas de roupa em conjunto são problemáticas, mas nunca ninguém se lembrou de escolher pregos.
Aí é que seria mesmo um problema! Aí é que se via que comprar roupa é do melhor que há!

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