terça-feira, 2 de setembro de 2014

De 28 para a Ladra

Tantos anos aqui em Lisboa e nunca me lembro de alguma vez ter ido à Feira da Ladra. Até hoje, claro.
Combinei com a Toti e lá fomos nós. Acordei ás 8h da manhã e encontrámo-nos bem cedo no Rossio para iniciar a nossa expedição até Meca (aka a feira). 
Apanhámos um eléctrico, o 28, que vai até à Estrela e lá fomos nós, esmagadinhas no meio de turistas, que teimavam em não sair do eléctrico. Saímos na Graça e descemos a rua até ao local da feira: Montes de bancas, com roupa, máquinas fotográficas antigas, livros, revistas, brinquedos, botões, selos, posters, filmes, Cd's, sapatos e tudo o resto, tudo se vendia ali. E via-se muita gente a vender roupa numa de limpar o armário e ganhar uns trocos, que me pareceu uma óptima ideia.
Tinha na cabeça comprar umas calças fluidas e com um padrão animado, mas quando gostava do modelo, não gostava do padrão, e vice-versa. E como comigo ou adoro ou nada feito, acabei por não trazer nada. Já a Toti comprou um chapéu vintage super adorável.
Mas também há lá muita "macabrisse": quadros de Jesus Cristo a abrir e fechar os olhos (medo!), bonecos de palhaços assustadores e pessoas a tentarem vender Iphones de forma clandestina e assustadora.
Mas sem dúvida que vale a pena visitar.








Um comentário:

  1. Hahah tão fixe! Um dia também tenho de ir à feira da ladra!

    ResponderExcluir